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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

44, -21kg e um post emprestado

Faz dias que estou para escrever esse post aqui. Um post que, a priori, nada tem a ver com a vida do Benjamin, só que tem. Esse post é sobre mim e sobre o dia em que comprei minha primeira calça 44 depois de não sei quantos anos. Ok. Pra um monte de gente uma calça 44 deve parecer absurdo, mas pra quem chegou no 48 (jesus me abana!), 44 é um número lindo de Deus! Pra quem nunca foi magrinha, mas nunca foi uma obesa e chegou a pesar quase 100 quilos, voltar pra casa dos 70kg é o máximo. Foram, em menos de um ano, até agora, 20 quilos a menos - pra resumir a história.

Tudo começou a um tempo atrás... rsrsrs. Tive uma gravidez super tranquila, não posso me queixar, mas engordei bem mais do que eu devia até o 5 mês de gestação. Fiquei apavorada com o ganho de peso (foram quase 8 quilos em 5 meses) e decidi procurar ajuda de uma nutricionista. Da minha consulta com a nutricionista em diante, segui a risca as orientações que ela me deu e ao final de 40 semanas de gestação eu havia engordado 16kg (4 a mais do que era a minha meta e o ideal). Mas tudo bem. A gente resolveria isso depois. Quando Benjamin completou 1 mês eu já havia mandado embora doze, dos 16kg que engordei. Estava feliz.

Aí veio o remédio para amamentar. Um remédio controlado, que tem como efeito colateral aumentar a prolactina. Eu, que quando engravidei já estava um pouco acima do peso, nem me dei conta do que estava acontecendo. Então tínhamos o seguinte cenário: eu um pouco acima do peso antes de engravidar + 4 quilos não eliminados pós gravidez + um remédio que me ajudou a amamentar, mas me dava uma fome dos diabos + todas as preocupações de uma recém-mãe, com um bebê mamão, que não dormia nunca e com APLV. O que aconteceu? + 20 quilos na balança. Ao total, 25 quilos extras. :-O

Bom, aí veio um dia desesperador. Era dezembro de 2012 e eu tive uma super entrevista de emprego e não havia nenhuma roupa que me cabia. Aí fui numa loja de grávida e comprei uma calça enooorme, sem estar grávida #fail. Daquele dia em diante decidi que eu precisava tomar uma atitude pra me resgatar.

Comecei uma dieta por minha conta e por ela perdi 3 quilos. No aniversário do Benjamin, em fevereiro deste ano eu estava com 92 quilos e não conseguia emagrecer mais. Foi quando uma amiga muito querida me indicou uma super nutricionista e eu decidi ir.

A nutri fez pra mim uma dieta específica. Não foi fácil. Passei uma certa fome no começo? Passei. Precisei me organizar para seguir à risca a dieta, preparando os alimentos corretamente e nas quantidades certas. Deu trabalho? Muito. Pensei em desistir? Muitas vezes. Encheu meu saco? Super. Mas o fato é que só com a reeducação alimentar - sem fazer exercícios - mandei embora 18 quilos em 6 meses. Quando eu já estava mais leve e havia incorporado a rotina da alimentação saudável na minha vida consegui me animar em me exercitar e comecei então a correr. Faz dois meses que corro duas vezes por semana (na verdade às vezes nem consigo cumprir essa meta, mas pelo 1 vez na semana corro uns 4k) e desde que a corrida começou mandei embora mais 3kg, totalizando os 21kg eliminados de abri até novembro.

Há duas semanas fui ao shopping e decidi experimentar uma calça jeans. Tive medo, mas pedi ao vendedor uma calça 46 e uma 44. E a 44 serviu!!!!!!!!!! Ele me trouxe uma 42, e eu, provei, certa de que ela nem passaria na minha batata da perna, mas ela passou! Tá certo, num ficou assim otimissima, mas serviu!

Então é isso, fui do 48 ao 44 em 7 meses e agora estou perto de chegar ao tamanho 42! Ainda faltam uns quilos pra eliminar, mas a gente chega lá, não é? Com altos e baixos, com persistência a gente consegue!

E tudo isso está aqui no Blog do Benjamin porque eu devo agradecer a muitas pessoas nessa jornada de me resgatar. Em primeiro lugar ao Benja, que me faz querer ser uma pessoa melhor todos os dias. E isso inclui, ser uma pessoa mais saudável, mais ativa, mais equilibrada, mais feliz. Ao Rafael, meu marido, que não me deixou desistir de reencontrar a mim mesma. À minha querida amiga Luísa Pinheiro, que me indicou a Nutri e me apoia sempre nos meus momentos de fraqueza e de vontade de "si jogar" no brigadeiro. À nutri Pri Di Ciero, que me ensinou muitas coisas sobre comer melhor. E algumas pessoas da internet, que mesmo sem eu conhecer - e sem me conhecerem - me inspiram e me ajudam. A Pat Feldman, a Thais Ventura (do Delícias do Dudu), Ao pessoal do Comer para crescer e a Debs, do blog da Debs, que é minha ídola do mundo das mães que se cuidam e correm!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Sobre crianças que comem bem

Um monte de gente me pergunta como faço para o Benjamin comer bem.

A alimentação dele sempre foi uma preocupação muito grande para mim. Além dele ter passado pela APLV, desde antes de engravidar sempre tive horror ao ver aquelas crianças se entupindo de besteiras como bolachas recheadas, chocolates, Mc Donald's e afins. Digo isso porque hoje, mais do que nunca, se sabe o quanto esse tipo de comida faz mal - além de engordar.

Fora isso, penso que no mundo em que vivemos, da poluição, da comida industrializada, dos sabores artificiais, do pouco contato com a natureza, da preguiça de cozinhar, do "faz assim que é mais fácil, mais simples" sobram tão poucas referências de dedicação de tempo, que a comida pode e deve ser um exemplo bom a ser seguido e mantido. Vou explicar.

Venho de uma família em que todo mundo cozinha muito bem. Minhas avós (hoje só tenho uma viva) sempre fizeram receitas maravilhosas. De lasanha com massa artesanal finíssima a esfihas, quibes e bolos maravilhosos, a comida sempre foi pra mim, mais do que alimento; representou afeto, boas lembranças, carinho, conversa.

Não me esqueço da expectativa que era a preparação da lasanha da minha avó. Nem tampouco posso me esquecer do prazer que tinha em ajudar a mãe do meu pai a fazer as bolinhas de massa da esfiha e abri-las uma a uma para depois recheá-las e comê-las quentinhas, saídas do forno. Não me sai da cabeça de como era legal ver o pão crescer e de como eu gostava de ver meu pai e meu avô prepararem o cordeiro do Natal durante três dias, deixando a casa toda perfumada com ervas e vinho tinto.

Mas aí, a gente cresce, começa a trabalhar, casa, toma cerveja, come amendoim japonês e desencana de ficar cozinhando um monte de coisas, né? Só se dá ao trabalho mesmo de ir ao restaurante ou de pedir uma pizza de vez em quando. Um risotinho é o auge da elaboração e olhe lá.

Só que quando um bebê nasce, muda tudo. E foi o que aconteceu aqui em casa. Quando Benjamin começou a chegar perto da idade de comer comecei a pensar sobre o que eu gostaria ou não que ele comesse. Sobre quais eram as memórias que eu queria que ele tivesse sobre a comida, e aí comecei a pesquisar.

A primeira referência que encontrei foi o site da Pat Feldman (Veja aqui). Ela é uma super expert em nutrição infantil. Depois, comecei a consultar o Comer para Crescer e em meio a tudo isso conversei muito com os pediatras do Benja e li sobre quais eram as melhores alternativas para alimentação dele. E então cheguei a uma grande conclusão: Criança nenhuma come bem, se você não comer bem também. Então, eu tinha que mudar a minha alimentação.

Exemplo, minha gente, é tudo. Coma bem na frente do seu filho e a chance dele comer bem será enorme. É OBVIO que cada criança tem suas preferências e particularidades, mas paladar é treino, insistência e exemplo. Então se você insistir em uma alimentação saudável e treinar seu filhote a experimentar diversos sabores suas chances de sucesso aumentam e muito.

Por isso, a partir da semana que vem vou colocar aqui algumas dicas e receitas de papas que fazia para o Benjamin e que eram só sucesso. Um jeito bom de organizar a dieta dos pequenos e a sua também, porque seu filho pode - e deve - desde cedo - comer aquilo que você come!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Dar um trato na jaula

Daí que um monte de gente me pergunta sobre como que a gente faz pro Benjamin escovar os dentes e não chorar.

A gente não faz. Hahahah Ele chora, meu povo. É verdade que chora pouco, mas chora.

Aí decidi contar um pouco - inclusive pra registrar - sobre como é esse lance de "dar trato na jaula", como diz o papai, aqui em casa.

Tudo começou bem cedo, quando ele era ainda "sorribanguelo", ou seja, desdentado. Uma vez por dia, e a bem da verdade quando dava, eu limpava a boca dele (uma mini boca) com uma gaze embebida em uma solução de água e bicarbonato de sódio. (100ml de água filtrada fervida com 1 colher de chá de bicarbonato de sódio). Fomos assim até ele começar a comer, por volta do sexto mês.

Nessa época, com seis meses, passamos a usar a "dedeira". Um negócio de silicone que tem cerdas. Seguindo sempre a orientação da pediatra limpávamos a boca dele pelo menos uma vez por dia, sempre antes de dormir, com a dedeira e água filtrada. Deixávamos ele deitado no trocador e sempre fazendo caretas engraçadas e abrindo a boca enfiávamos a mão na boca dele (no caso, na gengiva) e limpávamos o que estivesse por lá). Assim foi até ele ter uns nove meses, quando apareceram os primeiros dentes.

Aí veio a primeira grande dica da pediatra pra introdução da escova de dentes: Dê uma escova de dentes pro Benjamin. (Óbvio, né?). Mas fato é que até então a gente tinha comprado uma escova de dentes pra ele, que ficava com a gente. E a ideia era, ele precisa ter uma escova de dentes pra ele, que fique com ele. E isso fez toda diferença. O cara se apaixonou pela escova de dentes.

Outra coisa, a escovação de dentes aqui em casa passou a ser coletiva. Ou seja, criamos momentos de escovar os dentes. Logo cedo todos escovamos os dentes juntos, a noite, também. E ai vira uma coisa gostosa de se fazer, como uma brincadeira.

Um outro ponto. Definimos que, por uma questão de bom senso, pelo uma escovação do dia precisaria ser feita pelo papai ou pela mamãe, uma escovação pra valer, de verdade, sem choro nem vela. Com o intuito de limpar mesmo. Mas como o hábito de escovar os dentes já está bem consolidado na maioria das vezes não temos maiores problemas.

Aí outro dia, numa palestra sobre odontopediatria, aprendi que o uso da pasta de dente SEM Flúor é superimportante e desde então inserimos a dita cuja no nosso dia a dia e isso facilitou e muito a escovação dos dentes do Benjamin.

De todo modo, pra resumir, algumas dicas importantes pra ter sucesso na coisa de escovar os dentes do pequenos é:

  • Comece desde cedo. Hábitos que vem desde que eles são bem pititicos são absorvidos mais facilmente (vide o ADtil)
  • Tenha sempre duas escovas de dentes. Uma que você usa pra escovar os dentes do seu filho e que fica com você e outra que ele usa e ele guarda e fica com ele!
  • Faça do momento de escovar os dentes (ou a gengiva) um momento gostoso
  • Não tenha medo de escovar os dentes do bebê, mesmo que ele chore, é pro bem dele
  • Algumas posições são mais fáceis para realizar a ação: deitado ou sentado com a cabeça levemente inclinada para trás (nessa posição a criança automaticamente abre a boca - se coloca-la no cadeirão é batata, dá certo!)
  • Compre uma escova de dentes muito macia
  • Se for usar pasta de dente e seu filho tiver  menos de 6 anos use uma pasta de dentes SEM FLUOR e SEMPRE CONSULTE SEU PEDIATRA/ ODONTOPEDIATRA
  • Mesmo que seu filho adormeça mamando e você não queira acordá-lo para escovar os dentes, escove BEM os dentes dele ANTES da mamadeira do soninho e não deixe de escovar os dentes dele de manhã, quando ele acordar
  • Escove os seus dentes na frente do seu filho e mostre à ele como isso é gostoso de se fazer e prazeroso. Não esqueça: crianças aprendem pelo exemplo! :-)

segunda-feira, 18 de março de 2013

Festa de 1 ano do Benjamin

A festa de um ano do Benjamin começou a ser pensada logo depois do Chá de Bebê! hahahah
Paranoias a parte, eu gosto dessa coisa de festa, sabe, filho?
Nos aniversários da sua prima, Maria Clara, eu sempre gostei de pensar as coisas, o tema, os detalhes, a decoração, as comidas, tudo!
No seu aniversário não foi diferente.

Desde que começamos a frequentar a pracinha a ideia original era fazer a festa lá. Um piquenique gostoso, reunindo os nossos amigos e, principalmente, os seus amigos!

Mas aí fevereiro chegou, super chuvoso, cheio de alagamentos e árvores caídas e mesmo com toda logística para fazer a festa na praça pensada, achamos melhor realizar a festa no salão de festas da casa do seu avô e preservar o conforto de todos.

Bom, como disse, o tema se fosse na praça, seria piquenique e mantivemos a ideia, mesmo fazendo a festa no salão.

Eu, sua tia Sheila e a Tia Geni fomos à 25 de março comprar as coisas da festa. Compramos tecidos, forminhas para doces, brinquedos para lembrancinhas, fitas, embalagens, copos, pratos etc. E aí as coisas foram tomando forma. Escolhemos as cores principais da festa: Vermelho, Azul, Verde e Amarelo. Depois complementamos com outras cores para deixar tudo bem alegre e colorido.
Além do xadrez, padrão de piquenique, decidimos usar cataventos.

A outra ideia era reaproveitar, ao máximo materiais que tivéssemos em casa ou que pudessem ser usados em casa após a festa. Por isso, nada de coisas completamente dedicadas ao tema festa. Usamos cachepots de flores e taças grandonas para por docinhos e que em casa podem ser úteis para servir salgadinhos.

Usei também latas de leite em pó para deixar alguns docinhos em uma altura diferente.
Como não dava para fazer todos os doces decorados que pensei, priorizei os cake pops de abelhinha, passarinho e joaninha e encomendei picks de insetinhos e maçãzinhas para compor a mesa. Tudo reciclável.

A ideia foi fazer uma festa como eu sonhei para você. Linda, feliz, colorida, gostosa e que você pudesse aproveitar.

Sobre os comes e bebes

Encomendamos sanduiches de metro e uma cesta de pães integrais variados. Fizemos patês de ricota com cenoura, azeitona, tomate seco e homus.

Os docinhos de festa tradicional também estavam lá, mas ao lado deles estava uma farta mesa de frutas com melancia, banana, uva, maçã e tudo que crianças da sua idade gostam de comer.

Para beber tinha cerveja para o adultos e refri, mas também suco natural de manga, uva e caju  (tudo sem açúcar), além de água com hortelã (uma delícia para os dias quentes de verão).

Vamos às fotos que fica mais fácil de explicar.

Os lindos pompons que enfeitam a mesa foram feitos pela Tia Camilla, que está expert nesse negócio de pompom!

Vista geral da mesa do bolo

Forminhas em forma de folha para lembrar a grama e picks de insetinhos

Bolo feito pela mamãe

Panelinhas com brigadeiro de colher como lembrancinha para os adultos

Toalhas xadrez para o piquenique e muitos pãezinhos e sanduíches

Kit de lembrancinha. Para as crianças sacolinha com catavento e bolinha de sabão

Cataventos de todas as cores

Cakepops

Detalhes da mesa. Os cakepops ficaram em cachepots com sal grosso

Caixas de feira para acomodar as lembrancinhas

Mais lembrancinhas

Cesta com pães integrais


Fotos por Carol Bastos (www.carolbastos.com) 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A saga da papinha. Episódio I

Fonte: Pat Feldman - http://pat.feldman.com.br
Daí que o bicho adora um suquinho e uma fruta, mas D-E-T-E-S-T-A a papinha!
O primeiro dia de comida salgada foi um desastre. Somou-se a toda novidade do salgado um sono cabuloso. Começamos a mudar a hora das mamadas para adequar aos horários de almoço, lanche da manhã e da tarde. Aí, meus amigos, foi lama. Benjamin estava insuportável às 11h, hora do almoço, no primeiro dia. Gritou que nem um louco, cuspiu a papinha toda, virou a cara, um drama, mesmo.

O segundo dia foi um pouco melhor, porque fiz ele dormir antes da hora do almoço e aí o fator cansaço não pesou tanto, mas mesmo assim, gritou, cuspiu e fazia que ia vomitar a comida, tipo ânsia de vômito.
O estardalhaço foi tanto que nem consegui fazer um vídeo pra postar.

Os demais dias, até o de hoje, estão bem parecidos. Ele não come. Aceita, no máximo, umas três colherinhas de café de papa com a mãe aqui enfiando papinha na guela. hahaha.

Já consultei umas amigas queridas e a vovó para saber o que fazer com o menino. Vou tentar algumas das técnicas propostas. Mas clamo (olha o drama!) por palpites e boas técnicas de ensinar um bebê a comer comidinhas!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Um pedido de desculpas por uma recomendação

Há alguns dias recomendei o serviço oferecido pelo site www.obomverdureiro.com.br, antes de testar o serviço. Achei a promessa deles bárbara, mas infelizmente o atendimento não foi digno do proposto.

A primeira compra não chegou no prazo combinado porque eles "Esqueceram" do meu pedido. Solucionado o caso, me enviaram a encomenda com três dias de atraso. Fiz um pedido e ele chegou de acordo e com fartura, mas alguns itens não estavam muito bons, como as maçãs e cenouras. Além disso, não houve cuidado na hora de manusear os ovos e eles foram transportados em um caixa por baixo das frutas e legumes que encomendei. Resultado: de uma dúzia pedida apenas dez foram recebidos inteiros.

A pedido da equipe do bom verdureiro fiz um feedback sobre a compra e não recebi qualquer retorno. Mesmo assim decidi insistir na compra e fiz um segundo pedido e pela segunda vez além de não localizarem o meu pedido (tenho todas as trocas de email e confirmação de que haviam recebido a solicitação na segunda-feira)não me entregaram a encomenda nem na data certa, proposta por eles mesmos, nem na segunda data combinada.
Realmente lamento o atendimento que recebi e me arrependo de ter indicado para amigos e leitores do meu blog o serviço.

Portanto, se vocês compraram o pensaram em comprar, pensem duas vezes antes de contratar o serviço.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O primeiro suco a gente nunca esquece!

Aí que Benjamin entrou no mundo dos suquinhos e o primeiro deles, como já contei aqui, foi o de laranja lima.

Aqui está um breve vídeo da cara de prazer e indulgência (só que não) de Benjamin ao tomar seu primeiro gole de suco no dia 19 de agosto. #todasgrita!


Estamos no 5º dia consecutivo de suco e não é que a cara dele para a frutinha tenha melhorado muito não. Arduamente conseguimos que ele tomasse 40ml do suco ontem! Uma vitória!

Pensei em mudar o sabor do suco para ver se ele se anima mais. Alguém tem dicas? Experiências para compartilhar? Como a gente sabe que ele não gosta de alguma coisa ou que está apenas "treinando"?






segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Pediatra e novidades!

Semana passada fizemos uma visita ao pediatra e muitas novidades virão pela frente.
Além das boas notícias sobre o crescimento do Benja, que aos 5 meses e 15 dias pesava 8,420kg e media 69,2cm, recebemos a missão de começar a introduzir outros alimentos, que não leite, na dieta dele!
Fonte: Google

É isso, meu bebezico vai começar a comer!

Ele já andava curioso sobre as coisas que a gente coloca na boca e demonstra, a todo tempo, querer "comer" o que estamos comendo. Agora será dado o primeiro passo para a independência gastronômica dele.

O primeiro estágio será dar suco de laranja lima. A quantidade dos primeiros dias é bem pouca, 3 colherinhas de chá. No segundo dia a quantidade dobra e assim por diante. Ou seja, no terceiro dia passaremos do "suco em colher" para o suco na mamadeira, porque já ofereceremos mais do que 50ml para ele.

Fiquei pensando que além de ter que se acostumar com um novo sabor ele ainda precisará aprender a usar a colher (não sozinho, nesse momento, é claro). Como ele nunca, graças a Deus, precisou usar remédio nunca conheceu uma colher, logo, não sabe o que fazer com ela (leia-se abrir a boca quando ela aparecer na frente dele).

Fora o lance da colher, haverá uma progressão em relação a como alimentá-lo. Os primeiros novos alimentos serão suco de laranja lima e suco de cenoura. Depois de seis dias se adaptando aos sucos entrarão as papas de frutas - mamão papaya e banana nanica - que deverão ajudar a regular o intestino dele. Na sequência entrarão as sopinhas, lá pelo décimo dia após o primeiro suco de laranja.

O médico recomendou, e eu estou de acordo, que a gente priorize - sobretudo na alimentação dele - o consumo de alimentos orgânicos. E foi por isso que resolvi investir em comprar esse tipo de comida. Fui a dois lugares que vendem orgânicos aqui perto de casa, mas em nenhum deles havia laranja lima disponível. Foi aí que resolvi investir em outra opção para fazer a feira: Orgânicos online! Sim minha gente! É possível fazer a feira sem sair de casa. Não que eu não goste de fazer feira, pelo contrário, mas como as feiras que eu frequento não vendem orgânicos, encontrei o pessoal do www.obomverdureiro.com.br .

Entrei no site do O Bom Verdureiro e me cadastrei. Depois disso você deve baixar uma planilha onde constam os alimentos que etão sendo vendidos naquela semana. Achei a variedade de itens bastante boa e os preços não são muito mais caros do que costumo pagar na feira (não orgânica) aqui perto de casa ou na Quitanda. Selecionei os itens que me interessavam e envei por email, como eles orientam no site. Recebi um excelente atendimento.

Logo após fazer o cadastro recebi um email de confirmação e após enviar meu pedido e um email fazendo algumas perguntas prontamente fui atendida. Recebi inclusive uma ligação do pessoal de lá, que se apresentou e explicou todo o sistema de funcionamento da empresa. Fiquei muito impressionada com a qualiudade do atendimento e estou ansiosa esperando meus legumes, frutas e verduras chegarem em casa amanhã. Depois conto para vocês se deu certo e se as coisas são realmente boas!

Achei uma ótima alternativa para quem está começando a alimentar seus bebês ou para quem deseja ter uma alimentação mais natural no dia-a-dia.

E que venham os orgânicos e os sucos, papas e sopinhas de Benja!

Mais novidades em breve!

P.S.: Esse post não é um post pago. É só um relato de uma experiência de compra que estou compartilhando.